quarta-feira, 18 de maio de 2011

CORRENTES


Estou a sufocar pelas correntes invisíveis...
Que prendem o meu corpo e o meu pensamento...
Neste meu mundo pequenino que idealizei...
Fazendo dele o paraíso que tanto desejei...
Esqueci-me de mim...
Estou insatisfeita...porque sou de riso fácil passa despercebido.
Choro quando tenho alguma maleita...
Quando vejo o sofrimento do meu semelhante...
Para a dor que  sinto no meu peito não tenho receita...
A vontade de me libertar é menor que o medo do que vou encontrar...
O que fiz da minha vida se dei tudo...
Nada fiquei a ganhar.
Mas um dia, mas um dia meu DEUS...
Sei que me vou libertar!!!
F.Campos

4 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Olá Kotta
Seja bem vinda novamente.
Só nos libertamos, quando perdemos o medo.
Bjux

as arteiras disse...

Olá, Kotta!!
Primeiro temos que nos realizar, para poder dar a mão ao outro.
Ser feliz sempre, sem perder-nos!
Bom retorno!
Bjs!!
As arteiras

Graça Pereira disse...

Um poema lindo...onde se diz tudo e o resto, fica nas entrelinhas...
Passei para saber como andas...Mais animada? A vida é um caminho que se faz...para o futuro! Não se pode voltar atrás!
Um beijo amigo
Graça

GRAÇA disse...

Voltas-te Kotta,eu de vez enquando venho ver se já estávas de volta,gosto mmuito dos teus poemas
Beijinhos e ronrons das amigas
Kika e Graça